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Museus

Definição

Os museus são entidades permanentes, sem finalidades lucrativas, que estão a prestabilidade da sociedade, como também para o seu desenvolvimento. São instituições abertas ao público que conservam, investigam e difundem materiais para promoverem a educação e satisfação da comunidade.

Origem

Os museus se originaram a partir do hábito humano de colecionar. Desde um período muito longínquo, o homem, por diversas razões coleciona objetos que lhe simbolizam algum tipo de valor, seja ele material, histórico, afetivo o que confirma a necessidade e importância da preservação desses materiais ao logo do tempo.

Consolidação

Há milhares de anos já eram feitos registros sobre entidades semelhantes aos museus, todavia, somente no século XVII foram consolidados os museus similares como atualmente são conhecidos os museus.

Com o passar do tempo foram acontecendo muitas transformações e melhoramentos e hoje, os museus, abrangem diversos aspectos em diversas áreas de interesse. E continuam caminhando para uma constante e crescente profissionalização, qualificação e representação de múltiplas tarefas que lhes são atribuídas por filósofos e museólogos.

Deixando assim, de serem locais que apenas acumulam objetos e assumindo importante papel na exposição da cultura, educação, consolidação da cidadania, como também consideração à diversidade cultural, enriquecimento da qualidade de vida. Apesar de definições fundamentais que conduzem os museus ainda estarem em debate e necessitando de resolução.

História

A milhões de anos a. C. os homens já juntavam vários tipos de artigos, isso se comprova com objetos que foram encontrados nas tumbas. No entanto, uma coerência mais próxima do entendimento de museu moderno se deu no segundo milênio a.C., na Mesopotâmia passaram a copiar anotações antigas para a educação e conhecimento dos jovens.

Na antiga Grécia os museus eram templos das divindades que norteavam a oratória, a poesia, a dança, a comédia e a história. Esses museus recebiam muitas ofertas em objetos valiosos e exóticos e eram exibidos ao público após pagamento de pequenas taxas.

Na idade média os museus quase desapareceram, mas o hábito ou gosto por colecionar continuou vivo. A acumulação de preciosidades, na verdade, era considerado como uma reserva que seria convertida em moeda para ser usada em caso de necessidades, seja para o custeio de guerras ou outras atividades do governo. Algumas coleções também foram feitas em catedrais e mosteiros acumulando relíquias de santos, manuscritos, utensílios litúrgicos elaborados com metais e pedras preciosas.

No período do renascimento com a afirmação do humanismo ressurgiram os colecionismos privados, grandes comerciantes e banqueiros burgueses financiavam enorme produção de arte ornamental e profana.

A meio dos séculos XVI e XVII, com o entendimento do mundo favorecido pelas grandes navegações, se estabeleceram na Europa muitos gabinetes de curiosidades, coleções de peças variadas, incluindo fósseis, animais empalhados, minerais, miniaturas, objetos exóticos, máquinas, inventos entre muitos outros tipos de objetos raros.

No mesmo período também surgiram as galerias palacianas, destinadas a exposição de pinturas e esculturas.

Porém tanto os gabinetes como as galerias estavam somente disponíveis para os círculos privados, completamente inacessíveis à população. Instigados por interesses científicos foram criadas muitas instituições e sociedades que reuniam suas próprias coleções. Após surgiram os museus modernos e contemporâneos.

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